sábado, 8 de maio de 2010

Let's play

Quer terminar um contrato com uma operadora TV?
Ou simplesmente poupar com a sua operadora, baixando o valor a sua factura mensal?
Aqui deixo algumas dicas

Para quem quiser terminar com um serviço de comunicações, neste caso que envolva disponibilização de sinal para televisão, internet e/ou telefone, tenha em atenção as condições contratuais geralmente camufladas em letrinhas minusculas.
Ou seja, se desejar terminar com o serviço da ZON (foi o meu caso), faça-o até ao dia 20 do mês que deseja suspender o serviço. Se o fizer a partir do dia 21, e mesmo que não se utilize do sinal, a empresa cobra-lhe o mês inteiro.
Eu pedi a suspenção a dia 01 e apresentaram-me uma factura para pagar o mês inteiro. Roubo? Sem dúvida.
Ah, mas aqui vai uma dica. Não gaste nem tempo nem dinheiro a telefonar para o apoio a cliente a perguntar se lhe baixam o tarifário, porque não lhe vão satisfazer o pedido.
Em vez disso, escreva directamente uma carta a desistir do serviço. Espere uma semaninha, e antes que ela termine vai receber um telefonema do chamado serviço de retenção de clientes a oferecerem-lhe mundos e fundos e, imagine-se... a mim até me baixavam 25 euro/mês a factura - contas feitas correspondia a menos 300 euro por ano -, ofereciam gratuitamente os canais Premium por 12 meses e uma box HD que gravava e tinha outras paneleirices (sem aluguer, a ficar desde o primeiro momento minha propriedade).

Na parte que me toca mandei-os dar uma volta porque acho que nos andam a roubar a todos, mas se você que está a ler este post for cliente ZON ou de outra qualquer operadora, faça o que lhe digo e certamente vai poupar uns valentes euritos.
Divirta-se  ;)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

sábado, 1 de maio de 2010

Amores e Sabores

Por puro acaso tropecei hoje neste blog e digo-vos que, embora já não me reveja a comer a maior parte dos pratos apresentados, é sem dúvida fonte de inspiração.
E os doces..... ai, ai, ai.... eheheheheh ;)
Parabéns Nanda!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Não sei se também aconteceu convosco, mas madruguei no dia de hoje.
Não por ter ficado retida, em terra, por cancelamento de um qualquer voo, fruto da diversão de um vulcão islandês que decidiu presentear-nos com alguns “olá”, comunicando com todos nós. Mas simplesmente porque acordei bem cedo.

O início da manhã pedia algo diferente e seria pecado deixar de apreciar o mar e o rio, pelo que optei por fazer a marginal, sentir e absorver a força as águas, do vento, da pouca chuva que caia.
Imagens e sensações maravilhosas, a reter, numa manhã de céu cinza, onde comunguei com as forças da natureza compassos de uma música de rara beleza.

No regresso a Lisboa, vislumbravam-se, através da névoa, grandes embarcações, iniciando calmamente a sua saída, Tejo fora.
Nas praias, caterpillars procediam à transferência de areias, resguardando-as, com o intuito de as preservar das forças das marés.
Acariciadas pela batuta de Zéfiro, em Carcavelos, as palmeiras presentearam quem por lá passou com um bailado único. E o rio parecia regurgitar na zona de rebentação.
O relógio do tabelier marcava 8h04 am já cerca da Baía dos Golfinhos. E, em marcha moderada, os automobilistas contemplavam um rio fervilhando onde, ao longe, um ponto amarelo obrigava fixar o olhar - uma prancha de windsurf brincava com o vento naquela ondulação invulgar. E pensei nesse momento que não tinha sido a única a acordar cedo respondendo ao chamamento da natureza....e na felicidade que estaria a experimentar aquele/a que, bem afastado de terra, velejava, longe de tudo e de todos, a alta velocidade.

Ao longo da marginal homens e mulheres vestidos de verde desentupiam valas.
E chegada a Paço d’Arcos, a meio do Tejo, rompendo o céu cinzento, belos raios de sol iluminaram as águas por breves instantes.
Parecendo como que plantadas, rio acima, algumas das pequenas embarcações tinham sido arrastadas para além do pequeno porto de abrigo de Santo Amaro.

Finalmente Lisboa que, embora cinzenta e chuvosa àquela hora da manhã, começou a clarear no início da tarde.

Um dia fabuloso com uma energia muito especial.